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Os caminhos improváveis da sexualidade de Hannah Harding levam-nos, parafraseando um certo poeta, para mares nunca antes navegados. Exposição excessiva que intimida e desconforta. É caso para dizer: finalmente! Há por lá coisas tão notáveis como: arrojo, atmosfera, tentação pelo delírio, exposição ao ridículo, capacidade de sugestão, referência certeira, sonhos por cumprir que facilmente se intuem, risco e, obviamente, posicionamento político. Ainda por cima, dada a encruzilhada histórica que nos coube viver, escolheu o lado certo, onde também estamos nós. E diga-se que nunca um conjunto - nariz, olhos e lábios - foi tão desarmante e, ao mesmo tempo, tão labiríntico. É por estas e por outras que podemos desde já afirmar que é do melhor que este século (ainda tão jovem) já deu e tem para dar.
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